
Olá pessoal!
Em continuidade ao nosso último post, vamos nos aprofundar um pouco mais em uma solução de grande valia no setor de CME (Central de Material e Esterilização) – os marcadores instrumentais da Clinipak-Key Surgical.
Como já mencionamos, além de serem indicados para a utilização nos instrumentais cirúrgicos, ajudando a identificá-los, sua aplicação também facilita a separação quando ocorre a lavagem e o preparo das caixas e ainda previne a perda de materiais. São aderidos facilmente ao instrumental e permitem a esterilização em autoclaves, suportando rigorosas lavagens com detergentes.
A fita mantém a sua cor por um período de 3 a 6 meses e a troca do marcador é recomendada quando houver qualquer sinal de desprendimento ou desbotar (perder a sua cor original).
Embora a durabilidade deste item seja consideravelmente alta, há um conjunto de ações que podem ser realizadas para auxiliar não só na manutenção destes marcadores, mas também são de grande importância no setor de CME, como a limpeza dos materiais.
“Art. 4º
XIII – limpeza: remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, redução da carga microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando água, detergentes, produtos e acessórios de limpeza, por meio de ação mecânica (manual ou automatizada), atuando em superfícies internas (lúmen) e externas, de forma a tornar o produto seguro para manuseio e preparado para desinfecção ou esterilização;
XIV – pré-limpeza: remoção da sujidade visível presente nos produtos para saúde;”
Considerando que o design dos produtos para saúde tem se tornado cada vez mais sofisticado, consequentemente o processamento também acaba sendo mais complexo. Assim, é necessário que os profissionais atuantes no setor de CME estejam em constante ampliação de seus conhecimentos, para que possam cumprir os desafios cada vez maiores. E um destes desafios consiste na manutenção do material livre de biofilmes, de endotoxinas e proteínas priônicas. Deste modo, a limpeza acaba sendo uma etapa crucial para o processamento de produtos para saúde (PPS), pois consiste na remoção das sujidades orgânicas e inorgânicas das superfícies, principalmente em áreas de reentrâncias, articulações e lúmen, visando reduzir a carga microbiana e remover demais resíduos.
O processo de limpeza torna-se ainda mais complexo, devido a forte adesão do biofilme à superfície dos materiais, o que dificulta a sua remoção. Assim, a limpeza realizada com ação mecânica direta é fundamental e pode ser realizada por meio de fricção de escovas, espojas, ondas ultrassônicas ou jato de agua sob pressão; isto, porque sem este processo, somente a utilização de detergentes ou fluxo de água seriam ineficazes para a remoção desta sujidade mais complexa. É importante destacar que para prevenir o desenvolvimento do biofilme é fundamental que a limpeza do material seja efetuada o quanto antes; inclusive, se possível ainda no Centro Cirúrgico (CC). Caso contrário, é recomenda a realização da pré-limpeza, mantendo o material em meio úmido, a fim de evitar o ressecamento da matéria orgânica.
Em alguns hospitais, a implantação desta prática demonstrou melhorias de grande impacto na rotina da equipe de CME. Isto, porque, se antes o material chegava neste setor com grande quantidade de sujidade impregnada e aderida, com a adoção desta pré-limpeza, o processo de limpeza no expurgo do CME foi amplamente favorecido e representou consideráveis melhorias no sistema da qualidade, pois também reduziu de forma significativa o número de não-conformidades no CC relacionado a presença de sujidade em material processado.
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