Informe Sterilex

Nos últimos anos, muitas pesquisas têm sido realizadas e comprovaram que o ambiente é um importante reservatório de microrganismos, especialmente os multirresistentes, quando se trata da área da saúde. Inclusive, em se tratando das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), devido o crescente corpo de evidências que relaciona o ambiente com a transmissão destas infecções, os pesquisadores, as Instituições e as Organizações têm intensificado a atenção, tanto no quesito saneamento ambiental, quanto às formas de aprimorar a eficiência das práticas de limpeza e desinfecção (L&D) de superfícies clínicas, visando reduzir as infecções.
Isto porque, apesar de uma higienização adequada das mãos, muitas medidas de L&D têm se apresentado falhas, pois ao tocar superfícies contaminadas próximas ao paciente, o profissional pode comprometer essa higienização e transferir patógenos (agentes infecciosos) provenientes do último ocupante para o novo paciente e assim promover a ocorrência de IRAS, acarretando um aumento dos índices de morbimortalidade, tempo de internação e custos extras com recursos humanos e materiais.
Muitos estudos apontaram que há maior risco para a ocorrência de IRAS quando o paciente ocupa um leito, no qual o paciente anterior estava colonizado ou infectado por patógenos relacionados à assistência à saúde, como por ex.: o Staphylococcus aureus, Clostridium difficile, Enterococcus spp e demais microrganismos. Isto porque, estes agentes frequentemente contaminam superfícies clínicas próximas ao pacientes e ao tratar destes, os profissionais estão sujeitos a contaminar suas mãos e/ou luvas.

Entretanto, esta problemática não ocorre somente na área hospitalar e estende-se às áreas de produção industrial, nas quais são registrados diversos casos de contaminação cruzada**, muitas vezes em decorrência das falhas encontradas nos processos de L&D.
Para sanar boa parte destas questões, é importante atentar-se e seguir as recomendações estabelecidas nas Normativas vigentes, como a exemplo as disponibilizadas no “Manual de Limpeza e Desinfecção de Superfícies” preconizado pela ANVISA – para consultá-lo, clique aqui.

Neste manual são abordados diversos tópicos, como a classificação das áreas da saúde, a capacitação técnica das equipes, a utilização de saneantes e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e demais conceitos deveras importante para garantir que as práticas de L&D venham a ser aplicadas corretamente e de forma padronizada.

Já na área industrial e em se tratando de ambientes controlados como as salas limpas*, o processo de limpeza é estabelecido pela Norma NBR ISO 14644-5:2006, cujo especifica os requisitos para as operações nestes ambientes.

Para auxiliar nestas normativas, a Sterilex detém em seu portfólio diversas soluções para auxiliar seus clientes a realizarem o melhor controle nos processos e áreas citadas acima.
Confira abaixo algumas destas soluções:

  • BCR® Flat Mop Head Frame – Marca Berkshire:
  • São projetados para facilitar a limpeza e a distribuição de desinfetantes em pisos, paredes e outras superfícies.
  • Possuem construção leve e em alumínio anodizado e de alta qualidade.
  • Podem ser utilizados em salas Limpas com classificação ISO 3-7.
  • Fáceis de usar.
  • Altamente eficazes.
  • Proporcionam maior agilidade e praticidade nos processos de limpeza e desinfecção.
  • Autoclaváveis***
  • Os cabos são vendidos separadamente.
Fonte da Imagem: https://www.berkshire.com/
  • BCR® Flat Mop Handles
  • As alças telescópicas também são compostas de alumínio anodizado.
  • Apesar de serem deveras resistentes, são leves.  
  • Autoclaváveis.
  • Estendem de 37 a 71”/ 95 a 180cm

Deseja conferir as demais soluções de nosso portfólio? Clique aqui e entre em contato conosco.

* Sala limpa: Também conhecidas como “cleanrooms”, estas áreas são isoladas e afastadas das demais instalações e possuem controle ambiental definido, como concentração de partículas em suspensão no ar, umidade, fluxo de ar, pressão, temperatura, vibração, ruído, iluminação e contaminação microbiana, a fim de garantir que os processos e produtos nela produzidos atenderão a padrões estabelecidos e não terão sua composição final alterada.
** Contaminação cruzada: é a transferência de microrganismos patogênicos, isto é, que podem causar uma doença, seja de um alimento, medicamento ou demais produtos contaminados à outros que não estejam contaminados.
*** Exceto os “botões”/olhos de plástico.

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